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Os três períodos do Espiritismo

 

 

Se você, amigo visitante, se preocupa com as imensas possibilidades que o movimento espírita está perdendo, de promover a renovação e o crescimento espiritual dos que trabalham e frequentam os centros espíritas, leia os textos abaixo, com muita atenção:

 

Num memorável encontro realizado na dimensão espiritual, na primeira noite após o Congresso Espírita Brasileiro (1999 - GO), Bezerra de Menezes trouxe novas diretrizes para o movimento espírita.

Como esse encontro foi noticiado pelo espírito Cícero Pereira, pela psicografia de Wanderley Oliveira, um médium até então praticamente desconhecido, houve muita polêmica. As principais lideranças espíritas entenderam que uma revelação como essa, com tais diretrizes, deveria ter chegado pela mediunidade de Divaldo Franco, e não pela pena de um quase desconhecido. Mas se você ler essa fala de Bezerra com total isenção de ânimo terá certeza da sua legitimidade. É profundamente verdadeira.

É uma pena e uma GRANDE PERDA para o movimento espírita, que as suas lideranças não tenham dado atenção a essas diretrizes.

 

Palavras do espírito Cícero Pereira:

 

"Na primeira noite após o memorável Congresso Espírita Brasileiro (1999 - GO), fomos convocados para ouvir a palavra sóbria e cândida do paladino da unificação, Bezerra de Menezes, em ativo núcleo de nosso plano destinado aos empreendimentos voltados para o Consolador.

Ainda invadidos pelos sentimentos sublimes despertados pelo inesquecível conclave, ora encerrado na cidade de Goiânia trazíamos nossa mente imersa em profundas meditações acerca do quanto a ser feito ante as perspectivas descerradas."

 

A seguir, na narrativa de Cícero Pereira, um resumo das Palavras de Bezerra sobre o período da maioridade do espiritismo. O texto completo se encontra no livro Seara Bendita (Inede).

 

Palavras de Bezerra:

 

"Os três períodos do Espiritismo.

 

Os primeiros setenta anos do Espiritismo constituíram o período da consagração das origens e das bases em que se assenta a Doutrina, que lhe conferiram legitimidade.

O segundo período de mais setenta anos, que coincide com o fechamento do século e do milênio, foi o tempo da proliferação.

A primeira etapa consagrou o Espiritismo como ideário do bem, atraindo a simpatia e superando o preconceito; a segunda ensejou a difusão.

Penetramos agora o terceiro portal de mais setenta anos, etapa na qual se pretende a maioridade das ideias espíritas.

Esse novo tempo deverá, igualmente, conduzir a efeitos salutares a nossa coletividade espírita, criando entre nós, seus adeptos, o período da atitude. O velho discurso sem prática deverá ser substituído por efetiva renovação pela educação moral. É a etapa da fraternidade na qual a ética do amor será eleita como meta essencial, e a educação como o passo seguro na direção de nossas finalidades.

 

As diretrizes do Espírito Verdade não pactuam com as conveniências, embora não incentive o desamor. Esse tempo é daqueles que souberem ser coerentes, sem que a coerência custe o preço da discórdia tempestuosa. O desagrado existirá, porque a verdade incomoda quem se acostumou aos caminhos largos. Estamos no tempo dos "caminhos estreitos", e os que aceitarem perlustrá-los não terão as coroas e glórias passageiras e nem a aclamação geral dos distraídos do caminho. Serão taxados de egoístas simplesmente por decidirem buscar a "contra-mão" das opiniões e a percorrer o caminho inverso das consagrações humanas. Entretanto, terão um "contrato de assistência" permanente e irrevogável para angariarem as condições justas ao desiderato.

 

Carecemos de um movimento espírita forte, marcado por uma cultura de raciocínios lógicos e coerentes, e por atitudes afinadas com a ética do amor.

 

A meta primordial é aprendermos a amarmo-nos uns aos outros, para que tudo o que for criado em nome da causa espírita reflita a essência do espiritismo em nossas movimentações.

  

A diversidade é uma realidade irremovível da Seara e seria utopia e inexperiência tratá-la como "joio". Imprescindível propalar a idéia do ecumenismo afetivo entre os seareiros, para que a cultura da alteridade seja disseminada e praticada no respeito incondicional a todos os segmentos.

 

A renovação de atitudes na edificação de uma nova mentalidade solicita uma inevitável mudança cultural em nossos ambientes doutrinários.

 

O repúdio ao debate e a aversão ao confronto de opiniões são expressões do institucionalismo que ainda estão presentes no psiquismo humano, muita vez realimentado por organismos e oradores respeitáveis.

 

O conhecimento das verdades espíritas, por si, levará a velhas mazelas do saber se não for acompanhado pela vivência.

 

O núcleo espiritista deve sair do patamar de templo de crenças e assumir sua feição de escola capacitadora de virtudes e formação do homem de bem, independentemente de fazer ou não com que seus transeuntes se tornem espíritas e assumam designação religiosa formal.

 

Levantemos a bandeira da unificação ética em torno da qual ser-nos-á possível atrair pela ação, mais que pelo discurso, ensejando a formação de pólos de congraçamento ecumênico entre nós, os espíritas com diversidade de ideias, mas num único sentimento, o do amor exalando a fraternidade."

 

 

 

 

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